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Você recebeu o Auxílio Emergencial sem ter direito? É preciso devolver. Saiba como funciona o processo de devolução.

Toto: Rede GN

De acordo com a Caixa Econômica Federal mais de 67 milhões pessoas receberam pelo menos uma parcela do Auxílio Emergencial, no entanto, cerca de 1,3 milhão de CPFs foram bloqueados por suspeita de fraude no benefício.

As pessoas as quais receberam o Auxílio Emergencial indevidamente sem que se enquadre nos critério dispostos pelo governo, possivelmente responderá criminalmente na justiça, mesmo que não tenha feito parte do esquema criminoso  “central de fraudes”,  a organização foi  descoberta em agosto deste ano.

No entanto, para evitar problemas maiores, quem recebeu as parcelas do Auxílio Emergencial deve fazer a devolução de todas as parcelas recebidas.  Fora devolvido R$ 134,7 milhões até o fim de agosto, foi recebido  135.709 pessoas.

Como faço a devolução?

No mês de maio, o governo federal lançou um novo site para que pudesse fazer as devoluções com mais facilidade do benefício Auxílio Emergencial.  Logo ao acessar o site, você deve adicionar seu CPF para gerar um Guia de Recolhimento da União (GRU), a devolução poderá ser feita nas agências do Banco do Brasil e entre outras.

Vale lembrar que as únicas pessoas que tem direito a este benefício são os desempregados, trabalhadores informais, MEIs,  e contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), são inclusos também pessoas com maior idade e que cumprem requisitos de renda média.

Confira algumas dúvidas sobre a devolução do Auxílio Emergencial?

Quem não mais precisa do Auxílio Emergencial terá ele cancelado?

Sim, você deverá devolver a próxima parcela, caso não precise mais dela. No entanto, é importante lembrar que todos os critérios deveram ser respeitados.

Caso uma mulher tenha recebido o valor de R$1.200 e não tem filhos, ele deve devolver apenas metade? 

Não, o valor da parcela deve ser devolvido todo, ou seja, cada parcela recebida deve ser gerada um GRU. O erro da parcela recebida deve ser informada ao CGU.

Fonte: G1