Saúde e bem estar

Vacina BCG, obrigatória no Brasil, pode evitar contágio e mortes por Covid.

foto: São Marcos online

Ao longo da história podemos perceber que com as crises profundas aceleram as pesquisas cientificas, tais que são muito importantes para a sociedade. Com o cenário de pandemia que estamos vivenciando os cientistas estão em uma longa corrida para o combate contra o vírus e estão na luta para avanços na medicina e tecnologia.

Um estudo divulgado recentes que foram divulgados na revista científica Science Advances, realizado por pesquisadores de.Psicologia da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, concluíram que países com maior aplicação em recém-nascidos da vacina BCG a imunização contra a tuberculose, estão mais inumes a COVID-19.

Segundo as pesquisas o Brasil teria o números mais elevado de mortes se em seu calendário não tivesse a vacinação obrigatória.

Foram 1.760 mortes causadas pelo novo coronavírus até 15 de abril, nas regiões de fronteira com o Brasil, este número poderia ter sido multiplicado para 24.399, sem este tipo de imunização. Pesquisas analisaram o numero diário de infectado pela COVID-19 em 135 países e de óbitos em 134 nações no primeiro mês de disseminação da doença.  E é constado que o número cresce de acordo com os países que não tomam a vacina BCG até os anos 2000.

Por exemplo os Estados Unidos teria seu índice de mortes 19% menor de COVID-19, caso a vacina fosse obrigatória.

As nações possuem características que influenciam o contagio das pessoas, é considerado alguns fatores como a densidade populacional , o índice de imigração dentro do país, a idade média de cada paciente e a falta de acesso aos testes de coronavírus.

Foi levado em conta o PIB e dimensões culturais. A Finlândia, Irlanda, França e a China são os países que também tem como obrigação a imunização. Já o Equador, Espanha e Austrália devido ao ótimo controle da doença.

No entanto, espera-se que as grandes descobertas no combate as doenças não fiquem apenas nos muros das universidades nem nas revistas, mas que inspire as autoridades a torna-las políticas públicas.

 

Fonte: Veja