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Tragédia: Jovem morre afogado enquanto família pensava que era ‘brincadeira’

O corpo de Jackson só foi encontrado no dia seguinte ao afogamento (foto: Reprodução/Facebook)

Um menino de 27 anos morreu afogado enquanto nadava no rio Ribeira, próximo à cidade de Iberanga, em São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros de Apia, a vítima se afogou na frente de amigos e familiares porque disseram que era uma “brincadeira” e Jackson Fernando dos Santos Oliveira apenas “fingiu”.

Ainda de acordo com os bombeiros, o jovem morava em uma área cortada pelo rio e frequentava a área. Oliveira estava com a família do companheiro e eles não conseguiram ajudar o menino a tempo porque ele se enganou pensando que era só um momento de relaxamento. O corpo de Jackson foi encontrado na última terça-feira (11/08), mas o caso só foi divulgado na quarta-feira (12/08).

O soldado Gabriel Borges relatou ao portal G1 que a empresa só foi ativada 40 minutos após o desaparecimento de Jackson. Nesse período, amigos e companheiros da vítima procuravam rapazes no local.

O soldado disse: “Ele estava nadando e cruzando o rio quando afundou. Ele conseguiu sair para o mar pela primeira vez, mas afundou novamente e nunca mais voltou.”

Borges explicou que a cidade de Apiaí – a pessoa jurídica mais próxima da área – fica a cerca de 50 quilômetros de Iporanga, e que a área não permite que os bombeiros realizem buscas Chegou naquele dia.

“Ele estava nadando quando afundou, atravessando o rio. O soldado disse ao G1 que conseguiu escapar pela primeira vez, mas afundou novamente e nunca mais voltou.

O corpo não foi encontrado até o dia seguinte ao afogamento, e os moradores o viram boiando na noite de terça-feira. Após o resgate, os bombeiros chamaram a polícia e a polícia, esta última chamou o funeral. Jackson foi encontrado a cerca de 7 quilômetros de distância do local do afogamento.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Resgate Aquático (Sobrasa), no Brasil, o afogamento é a segunda causa de morte entre crianças de 1 a 4 anos. Além disso, é a terceira causa de morte na faixa etária de 5 a 14 anos e a quarta causa de morte entre 15 e 19 anos.

 

Fonte: Estado De Minas