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Saiba como funcionará o 14° salario para aposentados e pensionistas do INSS

14 salario
Foto: Mães de sucesso

O relator da comissão já deu o foto favorável para a criação do 14° salario.

O Senado Federal, por meio da  comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), já esta se preparando para votar sobre a Sugestão (SUG), que planeja criar o 14° salário para os aposentados e pensionistas do INSS.

Essa ideia surgiu após o adiamento do 13° salário por conta do coronavírus.

Além de socorrer os aposentados a aprovação do pagamento também será uma injeção de recursos que ira movimentar o comercio no mês de janeiro de 2021.

Uma pesquisa realizada pela CNDL e pelo SPC Brasil, comprovou que 43% dos brasileiros acima dos 60 anos são “arrimos” de família, um percentual que se eleva para os 53% no caso dos homens.

Por isso, toda renda extra liberada, será de extrema importância para pra esse grupo. O governo ciente que esse grupo ficara em aperto após a pandemia, foi tomada essa medida em favor dos segurados e beneficiários do INSS.

Opinião de Relator

O relator se diz inteiramente favorável à sugestão e disse: “O dinheiro destinado aos segurados e beneficiários retorna muito rápida para o comércio em geral, possibilitando um aquecimento na economia nacional de 2021 e alavancar outros setores da economia”.

“Diante do exposto, o voto é pela a “Aprovação” do decimo quarto salario para aposentados e pensionistas do INSS”, acrescentou o relator.

14° Salario

O autor da iniciativa é o advogado Sandro Gonçalves, de São Paulo. Esse projeto sugere a implantação do 14° salario como uma gratificação natalina emergencial a ser paga no mês de dezembro deste ano.

A proposta foi enviada para a comissão da CDH, e já alcançou cerca de 60 mil assinaturas, e segundo informações será apreciada pelos senadores nos próximos dias.

Se aprovado, será transformado em projeto de LEI ou PEC, e colocada em votação para o plenário. Após aprovação dos senadores, o projeto será encaminhado para a Câmara dos Deputados onde será apreciada pelos deputados.

Após todo esse processo, o projeto será encaminhado ao presidente Bolsonaro, que decidira se veta ou sanciona a lei.