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Motoboy é atropelado por carro e arremessado pra cima de outro

Foto: Na noite de quarta-feira (05), no seu Antônio Manoel e Cardoso Moreira no Relvado de Campos, um motociclista foi atropelado por um carro e joga em cima de outra motocicleta. (Leia mais abaixo) Um carro vermelho e uma motocicleta colidiram na esquina de duas ruas, e o motoboy foi jogado em cima do carro branco esperando o carro vermelho passar. O motorista do carro vermelho saiu do veículo e olhou a situação do motoqueiro, outro motoqueiro e outros veículos pararam para observar a situação. O menino foi levado ao hospital Ferreira Machado pelos bombeiros no local.  As motocicletas são o veículo mais mortal do Brasil. Segundo as informações mais recentes do Observatório Nacional de Segurança Rodoviária, o número de mortos em acidentes de trânsito no país em 2016 foi de 37.300, dos quais motocicletas representaram 12.100, ou 32%. Os carros ficaram em segundo lugar, com 24% das vítimas. Em 21% das mortes no trânsito, não há registro oficial do transporte da vítima. Segundo dados de 2017 do Ministério dos Transportes (Denatran), apesar de causar tantas mortes, as motocicletas representavam apenas 27% da frota total do país (97 milhões). No ano passado, embora representassem apenas um terço da frota, as motocicletas representaram 74% de todas as indenizações por DPVAT (danos corporais causados ​​por veículos terrestres). “Em todo o mundo, não importa quem seja o motorista, o risco de um acidente grave de motocicleta é cinco a dez vezes maior do que o de um veículo com tração nas quatro rodas”, afirma Horácio Augusto Figueira, especialista em transporte e segurança no trânsito. O cenário do acidente de motocicleta faz parte do cotidiano paulista. Em agosto de 2017, Francisco do Nascimento Júnior, eletricista de 45 anos, foi uma das vítimas. Educação e fiscalização são políticas apontadas como soluções para a redução do número de acidentes com motociclistas. O CEO do Detran-SP, Maxwell Vieira (Maxwell Vieira) afirmou: “As mudanças de comportamento de motoristas e motociclistas, e o investimento em educação em transporte, tendem a reduzir essas relações”. Fonte: https://www.campos24horas.com.br/

Na noite de quarta-feira (05), no seu Antônio Manoel e Cardoso Moreira no Relvado de Campos, um motociclista foi atropelado por um carro e joga em cima de outra motocicleta.

Um carro vermelho e uma motocicleta colidiram na esquina de duas ruas, e o motoboy foi jogado em cima do carro branco esperando o carro vermelho passar. O motorista do carro vermelho saiu do veículo e olhou a situação do motoqueiro, outro motoqueiro e outros veículos pararam para observar a situação.

O menino foi levado ao hospital Ferreira Machado pelos bombeiros no local.

As motocicletas são o veículo mais mortal do Brasil. Segundo as informações mais recentes do Observatório Nacional de Segurança Rodoviária, o número de mortos em acidentes de trânsito no país em 2016 foi de 37.300, dos quais motocicletas representaram 12.100, ou 32%.

Os carros ficaram em segundo lugar, com 24% das vítimas. Em 21% das mortes no trânsito, não há registro oficial do transporte da vítima.

Segundo dados de 2017 do Ministério dos Transportes (Denatran), apesar de causar tantas mortes, as motocicletas representavam apenas 27% da frota total do país (97 milhões). No ano passado, embora representassem apenas um terço da frota, as motocicletas representaram 74% de todas as indenizações por DPVAT (danos corporais causados ​​por veículos terrestres). “Em todo o mundo, não importa quem seja o motorista, o risco de um acidente grave de motocicleta é cinco a dez vezes maior do que o de um veículo com tração nas quatro rodas”, afirma Horácio Augusto Figueira, especialista em transporte e segurança no trânsito. O cenário do acidente de motocicleta faz parte do cotidiano paulista. Em agosto de 2017, Francisco do Nascimento Júnior, eletricista de 45 anos, foi uma das vítimas.

Educação e fiscalização são políticas apontadas como soluções para a redução do número de acidentes com motociclistas. O CEO do Detran-SP, Maxwell Vieira (Maxwell Vieira) afirmou: “As mudanças de comportamento de motoristas e motociclistas, e o investimento em educação em transporte, tendem a reduzir essas relações”.

Fonte: https://www.campos24horas.com.br/