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Conheça a historia que persegue 2 ex-jogadores do Grêmio

Foto: Agencia Brasil

Dois ex-jogadores do grêmio ficaram marcados de forma humilhante, quando foram difamados por motivo de rivalidade, na época que defendiam o clube gaúcho. E até hoje, 15 anos depois, Bilica e Capone ainda sofrem com esses boatos que nos dias de hoje, infelizmente ainda os fazem ser alvos de piadinhas.

Em 2004 o Grêmio foi rebaixado para a segundo divisão do campeonato Brasileiro, após a pior campanha que o time já teve. Os dois jogadores além de terem sofrido com fiasco da derrota do time, tiveram também sua vidas e carreiras abaladas após um boato sobre os dois ser propagado entre dirigentes, torcedores e imprensa.

Esse boato dizia que os zagueiros Fabio Bilica e Capone, teriam feito sexo oral dentro do ônibus da delegação quando o time voltava de uma partida, o episodio ficou conhecido como “poltrona 36”.

Foto: twitter

Marcado pela derrota e pelo suposto escândalo sexual, Bilica nunca mais recebeu proposta de outro time brasileiro depois que foi dispensado do Grêmio, porém o jogador disputou foi contratado por um time da França, onde disputou a terceira divisão. Bilica também jogou na Romênia e na Turquia.

Bilica finalmente voltou ao Brasil em 2017 para defender o Auto esporte, na Paraíba, e desde então roda por times pequenos como o América de Pedrinhas, que foi rebaixado para a segunda divisão Sergipana.

Capone ficou uma temporada desempregado, pois os rumores o atrapalhou de conseguir emprego inclusive em times menores, foi então que ele fechou contrato com a Portuguesa Santista no ano de 2006 e disputou o campeonato Paulista. Depois disse ele novamente ficou desempregado, e após a morte do pai ele entrou em depressão e começou a ganhar peso.

“Cheguei a 150 quilos e não tive mais animo para futebol” conta Capone. Mas então o jogador decidiu emagrecer e voltou aos  gramados pelo londrina, e aos 35 anos pendurou as chuteiras.

Capone não guarda lembranças agradáveis do clube Gaúcho. O rumor afetou diretamente a família dele. “Meus filhos iam à escola e escutavam os colegas fazendo piadas”

Capone disse que como o boato ainda o atrapalha, ele esta avaliando medidas restritivas para barras buscas pelo assunto da “poltrona 36” no Google, pois o boato ainda rola na internet e redes sociais.

Bilica não retornou os contatos da reportagem, mas pessoas próxima a ele, afirmaram ao El País que assim como Capone, ele também nega ter mantido qualquer tipo de relação sexual com companheiros de time.

Basta um rápida pesquisa com o nome dos jogadores ou então escrever “poltrona 36” no Google, que se percebera que o povo ainda não esqueceu e que ainda fazem chacota.

Fonte: El País