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Emocionante: Bebê prematura “extrema” vai para casa após cinco meses de internação: “É um sonho! Finalmente, levei meu maior milagre para casa”

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fonte: bebê abril

No dia 12 de fevereiro, o relógio indicava o nascimento de Marina. A sua idade gestacional era 22 semanas e três dias,o seu peso era 483 gramas e 27 cm. Equivalente a nove minutos depois, sua irmã Betina também veio ao mundo.A  madre Andressa de Borba Rodrigues disse que o parto normal no hospital Moinhos de Vento foi esplêndido. Apesar das dificuldades causadas por as meninas terem nascido prematuras, Andressa (a mãe) foi acolhida e orientada pela equipe de atendimento neonatal do hospital. Todos os riscos são multiplicados, entretanto, também é garantido que ela e a garota receberão todo o apoio que for necessário.

A gravidez de gêmeos surpreendeu Andressa e seu marido Rafael Daboit da Silva. Durante o primeiro exame de ultra-som,apenas  um embrião apareceu. Mas uma semana depois, eles ouviram dois corações.Logo após a descoberta, surgiu um novo desafio: uma gravidez de risco com apenas uma placenta, logo, um dos possíveis bebês não se desenvolveria saudável. Desde a sua décima sexta semana de gestação, Andressa esteve em estado de repouso total, durante o seu exame de rotina, ela teve uma surpresa descobriu que o colo do útero estava aberto e iniciou o parto prematuro, com apenas vinte e uma semanas.

Desiree Wolkmer, Chefe dos Serviços de Neonatologia do Hospital Moinhos de Vento, explicou que a dedicação de uma equipe multidisciplinar é crucial. Ele disse: “Toda história que envolve a gente tem muitas pessoas, porque ninguém faz nada sozinho.” Segundo Desiree, embora a equipe de pesquisa saiba que bebês extremamente prematuros têm um tempo de vida mais curto, todos lutaram com a família. Ele disse: “Na 22ª semana, o bebê está  apenas com metade do seu desenvolvimento em todos os aspectos; portanto, é preciso ter cuidado para garantir que o desenvolvimento do bebê na incubadora seja mais semelhante ao útero”.

Foram trinta e seis horas após o parto, Betina não resistiu e infelizmente morreu, a mãe alega ter sentido muita dor neste momento, mas sabe que foi o melhor para sua filha. Todos os fatos a serem observados são os fatos das garotas permanecerem na incubadora úmida e, sob o vapor daquele espaço, um coração se formou no berço de Bettina, após algumas horas antes de sua despedida. Seu coração apareceu na incubadora de Marina.

O casal morava na costa norte e teve que se mudar temporariamente para a capital para acompanhar toda a estadia no hospital da filha. A unidade de terapia intensiva neonatal (UTI) em Moinhos de Vento tem cinco meses e meio. Durante esse período, começou a pandemia de Covid-19, que restringiu ainda mais as atividades de visitação e exigiu cuidados extras dos pais. Em vinte e quatro de julho sexta, Marina, que tinha 54 cm de altura e pesava 3,360 kg, foi libertada para casa.

O pediatra Alexandre Holmer Fiore, neonatologista do Hospital Moinhos de Vento, acompanha o desenvolvimento do terminal desde que foi hospitalizado e seguirá sua família. Ele disse: “Ela terminou esse período com uma boa perspectiva evolutiva, porque a maioria dos bebês prematuros tem algumas sequelas sérias”. Segundo Fiore, Marina é a verdadeira vencedora.