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Baixa inflação não chega aos produtos de brasileiros baixa renda.

foto: Exame

Famílias de baixa renda não percebem a queda na inflação, as quais foram registradas entre março e maio, sendo que o maior índice veio dos alimentos.

O índice de inflação têm mostrado uma diminuição nos preços dos alimentos e outros, no entanto a população de baixa renda não tem sentido muito as quedas de preços.

O IPCA ( Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mede apenas 0,10% este ano até o mês de Junho, após queda de preços nos meses de Abril e Maio ni pico da COVID-19.

Porém o que mais fica pesado para famílias de baixa renda são os alimentos, os preços vem subindo muito mais que o índice de inflação geral.

Os economistas explicam que devido a queda da renda o alto consumo diminuiu e as pessoas estão comprando apenas o necessário, os alimentos básicos que são utilizados diariamente e com o alto consumo desses produtos os preços subiram.

O estocamento de alimento por família de classe média e alta devido a pandemia, fizeram com que os preços dos alimentos subissem e prejudicando as famílias de baixa renda com os preços absurdos dos alimentos.

O aumento do dólar e a desvalorização do real, devido a isto o preço de alguns alimentos como soja, milho, carnes, macarrão e entre outros subiram bastante.

Os efeitos sazonais também teve influencia no aumento dos preços, pois acabaram prejudicando as safras e plantações.

No mês de Janeiro até Junho foi feito um ranking dos produtos que mais tiveram variação de preços e todos são do grupo de alimentos.

A cebola lidera esse ranking com cerca de quase 95%, apesar de não está entre os 20 alimentos com maior índice de alta.

Confira os alimentos que tiveram alta até o mês de Junho

Em primeiro lugar temos a Cebola com 94,72%

Já a Manga ocupa o segundo lugar com  67,12%

No ranking a Batata-inglesa está 66,47%

A Cenoura teve aumento de 52,73%

A Abobrinha teve o aumento de 46,28%

Já o Morango de 42,71%

O Peixe-tainha teve aumento de  40,81%

O Alho de 38,5%

O Feijão-mulatinho: 33,45%

A Batata-doce passou a ter um aumento 28,56%

O Feijão-macáçar (fradinho) teve seu aumento de 28,1%

O Feijão-preto: 27,92%

O Feijão-carioca (rajado): 26,62%

O Coentro subiu para  25,66%

O Açaí (emulsão): 24,68%

O Pepino: 22,58%

O Cheiro-verde: 19,86%

O Tomate: 19,53%

O Peixe-filhote: 19,25%

E o Pimentão: 16,42%

 

Fonte: G1