Início » Auxílio Emergencial: Confira o que poderá fazer com que o programa seja prorrogado ou não durante a pandemia
Notícias

Auxílio Emergencial: Confira o que poderá fazer com que o programa seja prorrogado ou não durante a pandemia

Foto: Yahoo

Segundo as regras vigentes do programa o Benefício se encerrará agora no mês de Agosto, porém vários debates sobre sua prorrogação ou não estão sendo elaborados. Conforme a pandemia não ter se encerrado ainda é necessário que o governo estenda sua ajuda por mais um período a população.

As opiniões tanto dentro do governo como da população em geral estão ficando cada vez mais divididas, pois todos sabem a necessidade de que essas pessoas continuem recebendo o auxílio para continuarem a se manter. Levando em conta que a pandemia continua e muitos daqueles que perderam suas rendas ainda não conseguiram algo concreto para se manterem.

Porém há algo que agrave a situação os recursos utilizados pelo governo também já não são mais os mesmos desde o começo da crise financeira estabelecida pela pandemia. Devido ao grande número de beneficiários pelo programa é praticamente insustentável que o governo continue por mais tempo com o programa.

O benefício está sendo pago à mais de 65 milhões de pessoas, que estão de alguma forma contando com essa ajuda para se manterem e conseguirem colocar comida nas suas mesas. Portanto, para os cofres públicos essa verba está começando a pesar e desfalcar em outras frentes.

Inicialmente o projeto era que essa ajuda fosse de 200 reais apenas, porém o governo se planejou para que ele aumentasse para 600 reais com uma duração de três meses. Como a pandemia continuou o programa foi prorrogado, por mais dois meses.

Portanto o prazo vence agora em Agosto novamente e uma decisão precisa ser tomada, da nova prorrogação ou não do benefício. Várias hipóteses estão sendo discutidas, talvez abaixar o valor e continuar até o fim do ano ou até a criação de outros programas.

Vamos torcer para que o governo chegue na melhor decisão tanto para a economia do país, tanto para que as famílias não fiquem desamparadas.

Fonte: G1